Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008
E-PORTEFÓLIO

 

 

 

 

     Acerca dos meus colegas de trabalho posso dizer que é tudo bons rapazes, malta nova, mas claro uns com o pensamento mais aberto do que outros e até é normal identificarmo-nos mais com uns do que com outros. Trabalho quase sempre em equipa, tenho um colega ou mais, como companheiros para a execução das instalações, podendo ser um ajudante ou um oficial. Normalmente entramos em acordo para as tarefas de cada um, tendo sempre em conta as capacidades de cada trabalhador. Na minha empresa não trabalham emigrantes mas é frequente encontrar Russos, Ucranianos, Angolanos etc, a trabalhar na construção civil e indústria e posso dizer que nunca tive problemas com eles, tenho inclusive entre eles alguns amigos. Pois acho que são pessoas humildes que vieram para Portugal à procura de uma vida melhor e muitos são bons profissionais, e vindo para trabalhar, desenvolver o país, para mim são bem vindos.
     Estes povos estrangeiros, Angolanos, Brasileiros, Ingleses, Alemães, Moçambicanos, Marroquinos, Indianos, etc, quando vêm para Portugal trabalhar e viver, trazem também com eles um pouco da sua cultura. Quando falo em cultura, refiro-me aos costumes tradicionais dos seus países que vão desde a gastronomia, dança, língua, etc.
     Existem aqueles que através dos seus negócios montados em Portugal expandem mais ainda a sua cultura com os seus restaurantes, bares, escolas de dança, etc.
   Com isto ganhamos todos nós, porque ficamos a conhecer um pouco melhor do «mundo» que nos rodeia.
      É um bom sinal também que os imigrantes nos procurem, pois eles vêm à procura do nosso sucesso. Todos sabemos que o crescimento da imigração em Portugal é, antes de mais, um reflexo do desenvolvimento económico do nosso país, mas é, igualmente uma das condições necessárias à sustentabilidade desse mesmo desenvolvimento. Os imigrantes trazem-nos muitas vantagens, a nível económico e pelas contribuições e impostos que pagam. O dinheiro que enviam para os seus países de origem em nada nos prejudica e são fruto de desenvolvimento para esses povos. Outros benefícios advêm, e que ninguém pode negar, seja a nível cultural, seja a nível demográfico.
    Os Russos e Ucranianos têm em principio mais dificuldades do que os emigrantes vindos do Brasil ou Angola, a barreira da língua é mais um obstáculo para a sua integração mas estes emigrantes por norma em pouco tempo dominam a língua portuguesa, talvez fruto de uma boa parte dos emigrantes de leste serem instruídos.
     As políticas que o governo tem adoptado para os emigrantes são regra geral boas, vejo muita vontade dos nossos governantes de lhes criar condições iguais aos portugueses nos domínios social e profissional. Há a intenção de acolher o melhor possível os imigrantes que querem trabalhar em Portugal e assim contribuírem para o desenvolvimento da nação.
     Regra geral os portugueses são bons acolhedores dos imigrantes esforçando-se até para que eles não se sintam excluídos da sociedade portuguesa. O processo de emigração deve-se muito à evolução  dos meios de transporte, porém não podemos dizer que o processo de emigração só é efectuado pelo Ser Humano mas também pelos animais. A emigração dos animais deve-se essencialmente às alterações climatéricas. As andorinhas são um exemplo de um animal migratório.
    Na minha empresa certa vez tive com um colega uma pequena chatice devido a alguns boatos, que o tinha criticado, que ele era beneficiado na empresa em relação a mim e aos meus colegas em alguns factores. É verdade que a conversa aconteceu mas não foi iniciada por mim e até admito que tenha feito algum comentário mas sem querer prejudicar o meu colega. O que é certo é que lhe chegou aos ouvidos através de um colega novo na empresa essa conversa, mas bastante distorcida sendo eu o principal crítico.
     Um dia de manhã sem eu nada suspeitar, o meu colega abordou-me muito nervoso sobre os ditos, e eu surpreso, disse-lhe que era mentira que não comentei isso tudo e por fim pedi-lhe que me divulga-se quem foi o colega que o envenenou contra mim. Ele respondeu-me prontamente, olhei em volta e não o vi, ainda não tinha chegado para trabalhar. Esperei que chegasse e assim que chegou chamei-o a nossa presença, abordei-o sobre a situação que ele tinha gerado e ele lá foi desmentindo o que disse demonstrando que eu afinal não tinha feito aqueles comentários.
     Assim foi reposta a verdade e feitas as pazes com o meu colega de trabalho. E com isto aprendi uma grande lição pois agora sei que não se devo comentar, nem querer conversa sobre os meus colegas de trabalho para assim futuramente alguém por maldade arranjar-me conflitos no trabalho.
     O bom ambiente de trabalho é gerado pelo respeito que temos pelos colegas e patrão e isso faz parte dos meus princípios como pessoa e profissional.
     O meu contrato de trabalho é um contrato normal, tenho regalias e deveres aos quais me adaptei bem mas claro que em alguns itens gostava que fossem um pouco melhor. O meu horário semanal é de 8 horas diárias, as horas extras são pagas ou então quando tenho de faltar ao trabalho entro em acordo com o meu patrão para que me desconte o tempo das horas extras. Em acordo com o patrão tenho de intervalo de 10 minutos de manhã por volta das 10 horas e 10 minutos de tarde pelas 4 horas, enquanto o almoço é das 12.30 horas às 13.30 e como não usufruo de cantina devido ao meu trabalho ser de deslocações diárias diferentes e tenho um subsídio de almoço que me é dado pela empresa. Desloco-me da minha casa em veículo próprio até à empresa e daí tenho carrinha da empresa para me deslocar com os materiais e colegas ao trabalho que o meu patrão destina.
     Tive uma licença de paternidade após o nascimento da Francisca que gozei na totalidade e sempre que me tenho de ausentar por causa da minha filha, assuntos pessoais, etc. Basta que me justifique e para isso  é suficiente uma justificação que pode ser uma declaração do médico, ou de alguma instituição a que tenha recorrido. Tenho também os benefícios normais como por exemplo, abono de família e um seguro de trabalho que sempre que é necessário é activado e os tratamentos, médicos, transportes, medicação, etc são totalmente comparticipados pela seguradora que a empresa tem. Normalmente tenho 3 semanas de férias no verão mais uma pelo natal e todos os anos tenho aumento de ordenado que normalmente é de lei, excepto quando temos acordado um aumento extra. A empresa encarrega-se de fazer os descontos para a Segurança Social e IRS, e o meu contrato tem um vínculo efectivo com a empresa há já 12 anos. 
     Um electricista até nem ganha muito mal mas se formos comparar com um médico, normalmente existe uma diferença grande, sendo o médico melhor remunerado. Isto deve-se sobretudo ao facto de a profissão de médico ser mais valorizada pela sociedade. Para se ser médico é preciso mais qualificações, mais conhecimentos ou seja, formação superior devido a ter que lidar com a saúde das pessoas, um factor de maior responsabilidade. Contudo um electricista se for trabalhador independente, pode ganhar bastante dinheiro, dependendo da quantidade de trabalho que tiver, superando assim alguns profissionais de medicina.
   O meu trabalho normalmente é feito em equipa, salvo raras ocasiões em que trabalho sozinho. Quando começo a fazer uma instalação eléctrica com os meus colegas de trabalho, a primeira coisa que fazemos é dividir as tarefas.
     Para iniciarmos a instalação eléctrica da garagem dum prédio de habitações começamos por fazer as marcações nas paredes e tectos, (posso ser eu a fazer) para fixar os diversos materiais (tubos, abraçadeiras, detectores de movimento, cabos, etc) usados numa instalação exterior.
     Logo de seguida um colega divide as linhas e eu com a máquina de furar faço os furos para fixar as abraçadeiras que vão segurar os tubos. Entretanto outro colega vai aplicando os vários tipos de materiais e equipamentos eléctricos, desde os detectores de movimento, armaduras de iluminação, armaduras de emergência, etc. Eu depois de terminar a marcação das linhas começo de seguida a enfiar os cabos eléctricos nos tubos aplicados nas paredes e tectos. Assim que os cabos e materiais estão aplicados começamos por fazer as ligações eléctricas dos materiais, equipamentos e quadro eléctrico.
     Finalizada a instalação, ligamos à corrente eléctrica e verificamos se o nosso trabalho funciona na perfeição. De seguida marcamos a vistoria na Certiel, por telefone ou internet, aprovada e certificada podemos celebrar o contrato com a EDP e assim fazer a ligação á rede pública.               
 
    A evasão fiscal por parte dos empresários portugueses é uma realidade e deve ser combatida, com isso ganham certamente todos os portugueses. Uma maneira de combater é estar atento aos sinais exteriores de riqueza e também «espreitar» as contas bancárias destes indivíduos e comparar os valores com os rendimentos declarados às finanças. Outra maneira de combater a fraude fiscal era o cidadão pedir factura por algum serviço prestado a si ou quando se compra algum produto, seja ele qual fosse. Com esta medida o empresário tinha os valores registados facturados correctos do seu negócio, sendo portanto mais difícil a fraude fiscal.
     Normalmente consigo conciliar bem a minha vida privada com a profissional devido a ter um horário de trabalho fixo, que vai das 8 horas da manhã às 17 horas de segunda a sexta-feira. A minha rotina diária inicia-se ás 6.30 horas da manhã, começo por levar a minha filha a casa dos meus sogros para eles tomarem conta dela enquanto eu e a Romi vamos trabalhar, depois levo a Romi á paragem do autocarro para ela ir trabalhar e de seguida regresso a casa para tomar o pequeno almoço e ler os jornais na internet antes de ir trabalhar. Ás 8 horas começa o trabalho e quando for 17 horas termina, de seguida vou buscar a Romi á paragem e passo pela casa dos meus sogros para apanhar a Francisca. Por norma estou em casa por volta das 18.30 horas o que me dá tempo suficiente para fazer algum “biscate” ou frequentar alguma formação e quando não acontecem essas situações simplesmente fico no conforto do meu lar com a minha família. 
Como electricista faço instalações em moradias, prédios, fábricas e no comércio. A minha jornada de trabalho resume-se assim; De manhã quando chego à oficina, e dadas as ordens de trabalho pelo Tavares começo a preparar os materiais para o tipo de instalação a executar nesse dia. Os tubos gris, vd, e os anelados, fazem parte dos tubos de uma instalação eléctrica, depois temos as caixas de aparelhagem, os quadros que podem ser de embutir ou exteriores para terminarem a chamada pré-instalação eléctrica. Feita a pré-instalação passamos de seguida para os fios, e logo pela aparelhagem eléctrica (interruptores, tomadas), luzes e para finalizar a ligação dos quadros eléctricos. 
     No meu trabalho tem havido uma evolução tecnológica e a instalação de sistemas de contra-incêndio é um exemplo, pois basta recuarmos meia dúzia de anos para constatarmos que este sistema de prevenção e segurança era dispensável o que não acontece hoje, sendo até uma prioridade numa instalação eléctrica. O contra-incêndio consiste na instalação de detectores de fumo ou calor dependendo da área de utilização, com ligação a uma central e quando é accionado o alarme, dispara uma sirene sonora de aviso. Para a sua instalação tive de ter formação, dada pelo fornecedor do material e claro com a prática e experiência vou evoluindo quer seja na sua instalação ou na detecção e resolução de avarias.
     Hoje em dia os conhecimentos e prática de novas experiências têm que estar sempre presentes na minha área de trabalho e não só, a experiência que vou adquirindo em avarias, novos métodos, desafios de novos trabalhos, permitem-me dar asas à minha perícia e aplicar as técnicas que vou aprendendo com as formações que me dispus a tirar. Sempre estive convicto que a evolução no trabalho é complementada pela formação necessária porque só assim é possível acompanhar o surgir de novos materiais e técnicas no trabalho. Actualmente é bem visível quanto a formação me é útil, consigo concluir mais rapidamente novos projectos, e métodos que fui adquirindo, Kaizen (melhoramentos), aos quais me dediquei e a formação me ajudou a praticar no dia a dia.
      Como electricista tive formação na utilização de multimetros, uma ferramenta que utilizo diariamente no meu trabalho. O multímetro, é um aparelho de medida da tensão e de corrente eléctrica e teste das resistências eléctricas. Os aparelhos analógicos foram os primeiros a aparecer no mercado, onde os valores eram indicados por ponteiros nos respectivos valores. De seguida foram os Multímetros digitais que apareceram, estes têm um display onde indicam as respectivos valores. Com o seus modelos mais atractivos e modernos e mais fiáveis, rapidamente conquistaram o mercado.          
     multimetro digital                                                    multimetro analógico
    
     Além da instalação eléctrica tradicional de uma habitação também instalo acumuladores eléctricos que são um sistema de aquecimento com um rendimento muito bom, comprovado ao longo de anos com um funcionamento perfeito. Este tipo de instalação necessita de pouca formação, bastando seguir as instruções do vendedor e do livro de montagem que vem com o equipamento, e claro está ter conhecimentos mínimos de electricidade.
     A ligação em tarifa nocturna, permite economizar 45% do custo de KW, acumulando durante essas horas a energia eléctrica necessária para proporcionar o melhor conforto ao melhor preço. O princípio de funcionamento é muito simples, durante o período ligado à corrente eléctrica de 230 Volts, umas resistências eléctricas aquecem por contacto blocos cerâmicos interiores, compostos por magnetite de alta densidade, estudados para absorver e armazenar a energia calorífica gerada durante o período da tarifa nocturna, mais barata, libertando-a de forma gradual durante todo o dia. Os cuidados a ter com os acumuladores são simplesmente não tocar nos acumuladores porque estes aquecem bastante durante o tempo de carga e mantêm-se quentes ao longo do dia.
     Quando tenho de comprar acumuladores faço a relação do material que preciso e normalmente telefono a fazer a encomenda, entretanto outras vezes aproveito o computador e mando um e-mail para o fornecedor para me mandar os orçamentos. O computador com ligação à internet veio ajudar muito na procura de materiais para a minha profissão, alargando o leque de materiais e fornecedores de material eléctrico e ainda tenho a vantagem de poder comprar pela internet, poupando assim deslocações e perdas de tempo, hoje em dia muito valiosos porque tempo é dinheiro.
     Para fazer uma instalação de domótica que são as chamadas casas inteligentes utilizo o software de instalações EIB, que é o EIB Tool Software, este serve para fazer os projectos para as instalações EIB. Este software serve para a programação dos vários comandos eléctricos que vão ser usados numa instalação eléctrica de uma habitação, para o comando de cargas, controlo ambiental e de dispositivos de segurança persianas, iluminação, etc.
     Na minha empresa também tenho consciência em relação à prevenção e segurança no trabalho. Estou consciente que da minha higiene depende a minha segurança e saúde, ao entrar nos meus locais de trabalho tenho sempre sinais de informação, tenho que me identificar e usar roupas resistentes, um colete com a simbologia da empresa em que trabalho, uso o capacete para me proteger de eventuais quedas de materiais etc. Uso botas de segurança para não haver passagem de energia em caso de electrocussão ou choques de materiais. Uso luvas para evitar cortes, queimaduras e até de passagem de energia, são luvas adequadas para electricistas. Máscaras de protecção para não respirar o pó e outros cheiros existentes nas construções de edifícios, e em caso de haver algum incidente tenho sempre na carrinha da empresa, uma mala de primeiros socorros, também com os números de assistência médica sempre actualizados. Faço anualmente exames periódicos numa clínica de saúde, contratada pela minha empresa para vigilância do meu estado de saúde.
   Eu como tenho consciência da importância do uso do equipamento protector, tenho por hábito reparar se os meus colegas estão também protegidos, no caso de não estarem chamo-os à atenção da falta dele. Alertados sobre a falta do equipamento protector e às consequências que podem sofrer, então a decisão do seu uso ou não, é da total responsabilidade deles. Contudo fico sempre preocupado quando o trabalho exige equipamento protector e algum colega de trabalho não o utiliza, pois sei que o risco de acidente é muito maior.
     Normalmente quem está a iniciar a profissão é quem tem mais renitência em usar o equipamento de protecção. Isso deve-se sobretudo à ignorância dos perigos reais que podem ocorrer durante a realização do trabalho.
     Os mais velhos, devido à experiência adquirida ao longo dos anos, dificilmente descuram as normas de protecção. Um exemplo que posso citar é o de um aprendiz de electricista que veio trabalhar comigo, apresentando-se ao trabalho sem as botas de protecção, e eu ao aperceber-me da situação aproximei-me dele e calquei-lhe a biqueira da bota, de imediato certifiquei-me de que ele não usava as botas de biqueira de aço necessárias para a sua protecção. De seguida chamei-o à atenção e alertei-o para os perigos que ele corria. Aconselhei-o também a utilizar sempre as botas. O rapaz a partir desse dia nunca mais se esqueceu do calçado de protecção obrigatório para o seu trabalho.
   Em relação ao meu trabalho com o ambiente vou começar por dizer que a separação dos lixos e a eventual reciclagem para mim é extremamente importante, não só por uma questão ambientalista, mas também por educação na nossa sociedade. Além de não ser aliciado pela empresa na separação e possíveis reciclagens dos lixos, procuro induzir os meus colegas de trabalho e patrão, mas estou consciente que não tenho tido muito sucesso, não desisto e nos vários materiais que uso procuro sempre dar-lhe o máximo de uso, reutilizo vários materiais, como caixas de papelão e aproveito-as para armazenar material que não uso frequentemente, assim os materiais não são expostos ao pó, que daí se adverte as suas consequências a humidade, danos etc. As caixas de papel, folhas, apontamentos etc, separo para colocar no ecoponto azul e em relação ao lixo orgânico não tenho nenhum material para esse fim. Uso cabos e vários materiais de metal, tubos de plástico, embalagens, plásticos envolventes no material novo, ferramentas velhas e sem uso (alicates, chaves de fendas etc.) coloco no contentor amarelo e as pontas de fio que envolvem plástico e cobre esse material é recolhido também, e assim o meu patrão recolhe-o.
     A reciclagem é muito importante. Como exemplo de um material recíclavel temos o papel, ao recicla-lo evita-se o derrube de árvores contribuindo assim para a preservação do meio ambiente.
    Também com a reciclagem não necessitamos de mais lixeiras para o seu armazenamento.
    O processo inicia-se pela sua recolha e separação correcta dos produtos de papel, para evitar a sua contaminação por tintas, agrafos e elásticos que costumam vir junto. A recolha é feita voluntariamente, ou seja pelos cidadãos, ao depositarem o papel nos papelões, ou obrigatória que é feita pelas instituições estatais, hipermercados, gráficas, etc. De seguida o papel é triado para se retirar os vários materiais perigosos que acompanham o papel, pois estes seriam perigosos para o equipamento ou processo de fabrico, sendo o papel de seguida cuidadosamente arranjado em lotes. Após a triagem passamos para a sua classificação. Esta é feita apoiada na qualidade do papel, na presença de materiais tolerados e de origem, seguindo assim as normas europeias.
    Pronta a classificação passamos para a sua trituração, que é feita em dimensões pré-determinadas, dos lotes de papel feitos de revistas, jornais, aparas, etc. Após os processos de recolha, triagem, classificação e trituração, o processo de transformação de papel velho em novo está preparado para começar.
     A reciclagem industrial do papel é conseguida através do aproveitamento das fibras de celulose existentes nos papéis velhos. As fibras secundárias podem ser a principal matéria-prima do fabrico do papel, mas por vezes têm-se de adicionar pasta de papel. Como as fibras do papel só podem ser recicladas meia dúzia de vezes é necessário adicionar alguma pasta de papel virgem para substituir as fibras degradadas.
     As fases do processo industrial de reciclagem de papel são as seguintes:
     - A Desagregação ou Maceração, isto é a mistura do papel velho com água, de modo a enfraquecer as ligações entre fibras.
- A Depuração e Lavagem, eliminam os contaminantes existentes e para isto são utilizadas temperaturas de 50º C. a 125ºC. para a sua dissolvição e dispersão.
- A Destilagem, consiste na remoção das partículas de tinta aderentes à superfície das fibras.
- O Branqueamento, é feito para uma maior brancura das pastas, sendo feito com lixívia ou água oxigenada.
Feita a pasta, vai para a máquina de papel para ser transformada em folhas, que serão utilizadas para os mais variados produtos, como por exemplo papel higiénico, guardanapos, etc. 
   Os artistas ao utilizarem os chamados lixos estão a despertar-nos para a importância da reciclagem. Através das suas obras eles incutem-nos que os resíduos podem e devem ser reciclados, transformados e valorizados, resultando com isso ganhos ambientais, económicos e sociais.
     A criação artística pode aproveitar, como primeira matéria os resíduos urbanos e transformá-los, reutilizá-los, dar-lhes uma nova vida, ajudando simultaneamente a reduzir o volume de lixo.
     Para o artista o seu trabalho não se reduz a uma actividade lúdica, tem sobretudo uma finalidade social. Este pretende com o seu trabalho incentivar a reflexão sobre o consumismo exacerbado e sobre as consequências da industrialização e do desenvolvimento económico e tecnológico. Pretende também promover a arte como forma de potenciar a educação ambiental e manifestar a interdependência das dimensões artísticas, ambientais e educacionais, sensibilizando para a necessidade urgente de adquirir novos hábitos de consumo e de modificar a nossa atitude face aos resíduos.
     Nos lixos domésticos e industriais é onde estão as matérias utilizadas pelos artistas e posso apontar como materiais recicláveis para as suas obras os telemóveis usados, peças de automóveis e todo o tipo de embalagens de plástico, papel, vidro, etc.
     A artista plástica Carla Anjos faz trabalhos utilizando a reciclagem de resíduos como material para as suas obras. Ela, com as lamas das pedreiras substitui o barro para fazer esculturas e molduras. Com os frutos, vegetais, tubérculos e flores cria todo o tipo de objectos de decoração do interior duma casa.
     O João Pulquério ( Pulk ) artista plástico, dedica-se à escultura, que faz com vários materiais inorgânicos que aproveita dos lixos industriais, domésticos e restos de brinquedos.
    Tenho como hábito e prazer ouvir música enquanto trabalho, uso pilhas no meu leitor MP3 que são recarregáveis, pois tive o cuidado de comprar pilhas e um carregador para as usar o mais possível e quando já não funcionam coloco-as num pilhão que existem em determinados sítios. Durante o meu horário laboral procuro ser organizado, para no final do dia fazer a separação rapidamente. Ás lâmpadas, projectores, etc, em tempos colocava no orgânico, agora as várias lojas e fornecedores com quem trabalho já tomam consciência e entrego-as nesses locais para ser possível dar-lhes um fim sem prejudicar o ambiente. Ao fim do dia coloco todo o material num ecoponto mais próximo, como já vem separado é só distribuir pelos contentores. A política dos 3 R´S faz parte da educação e da lógica.
      Aprendi a reduzir o consumismo ao passar a usar embalagens maiores de alguns produtos e ao comprar tento sempre adquirir recargas a fim de fazer o menos lixo possível e assim reduzo a quantidade de lixos e reutilizo vários materiais como, caixas, embalagens de plástico, etc. No dia a dia reutilizo para reduzir o mais possível a reciclagem por um futuro melhor.
     A nível nacional a Co-incineração é utilizada como processo de tratamento de resíduos e lixos, isto consiste na sua queima em fornos industriais que funcionam a altas temperaturas podendo atingir 2000 graus centígrados. Os resíduos perigosos queimados vão desde solventes de limpeza, industria química, tintas, vernizes, óleos usados, lamas de estações de tratamento, etc. As vantagens da Co-incineração são a queima total a altas temperaturas dos resíduos e lixos perigosos eliminando assim a possibilidade da emissão de toxinas e hidrocarbonetos para o meio ambiente. Também existem desvantagens neste processo e posso enumerar 2; Um é a emissão de ácido clorídrico o outro são os metais voláteis como o mercúrio, tálio. Estes são melhores destruídos tecnicamente em incineradoras especializadas que têm métodos sofisticados.
 
    Entretanto decidi comprar um carro melhor porque o 127 estava a dar o “berro”, foi então que conheci o meu segundo carro, um Opel Corsa B a diesel que é o que ainda ando hoje em dia. Como tinha um trabalho estável e ganhava um ordenado mais justo ao meu valor profissional fiz a minha primeira compra de grande valor na altura e fiquei a pagar em prestações durante 3 anos, isso fez com que eu já começa-se a ter o compromisso de pagar um valor monetário todos os meses.
     Foi nesse ano também que comprei o meu primeiro telemóvel, grande máquina era um Siemens S25, modelo razoável em relação ao custo e qualidade. Devido ao meu trabalho a comunicação com o meu patrão era essencial porque dou muita assistência e assim tornava-se fácil a comunicação podendo preparar-me para o tipo de trabalho que ia encontrar e assim poupar algumas deslocações desnecessárias da minha parte e do meu patrão para a troca de informações e ordens de trabalho.
     Entretanto a Romi também comprou um e assim podíamos falar sempre que quiséssemos, tornando-se assim um objecto bastante útil para me comunicar com ela. O telemóvel foi uma revolução na comunicação que tinha, a nível profissional e pessoal devido a poder leva-lo comigo para qualquer lado e assim estar sempre comunicável. O telemóvel transmite e recebe ondas de rádio ou radiações electromagnéticas numa certa frequência. O seu funcionamento baseia-se na captação de sons, imagem e mensagens escritas e a sua emissão para a atmosfera, sendo captadas por outro telemóvel e transformadas novamente em sons, imagens e escrita. Por essa altura os telemóveis eram grandes e serviam apenas para telefonar e mandar mensagens, mas rapidamente eles evoluíram, diminuíram de tamanho e passaram a ter máquina fotográfica, leitor e gravador de vídeos, bluetooth, internet e sendo possível também a realização de video-chamadas.
     Há hoje muita publicidade nos Media, além de fazerem a publicidade das características do telemóvel também tentam transmitir a ideia de que o uso dos telemóveis é indispensável atribuindo-o até a certas classes sociais mais ricas, um género de; Se usas este telemóvel és o maior, mais moderno, etc. E claro que conseguem ter muito impacto na sociedade porque a televisão tem muita força na transmissão de informação às grandes massas conseguindo criar modas de uso de certos telemóveis e isso é perfeitamente visível nas pessoas.
   O meu telemóvel actual é um nokia 5200. Certa vez teve uma avaria, a coluna de som deixou de funcionar. Como fiquei sem som como é óbvio deixei de poder escutar quem me telefonava, decidi então recorrer à assistência técnica para resolver esse pequeno percalço telefónico. Foi então que fui ao Feira nova de Grijó local onde o comprei, dirigi-me à Electric Co que é a loja de electrodomésticos do Feira nova. Falei então com o empregado que lá se encontrava e expliquei-lhe o que se passava com o telemóvel, disse-lhe que não dava nenhum som e provavelmente seria da coluna e que também o nokia se encontrava ainda na garantia. O empregado escutou-me atentamente quando terminei ele respondeu-me que podia deixar o telemóvel, que iria manda-lo consertar e que demorava sensivelmente 15 dias para mo devolverem pronto.
     15 dias sem telemóvel é muito tempo, não posso passar tanto tempo sem ele pois se assim fosse tinha que comprar outro, pensei melhor e resolvi não o deixar para arranjar, lembrei-me que podia ir directamente à TMN e resolver directamente sem intermediários a situação. Desloquei-me à TMN do Porto na rotunda da Boavista e quando lá cheguei atendeu-me uma menina que me perguntou logo qual era o motivo da minha ida lá. Respondi-lhe prontamente e expliquei-lhe a avaria de que padecia o telemóvel chamando-lhe também a atenção para a garantia que ainda se encontrava válida, confirmada de seguida pela factura que se encontrava comigo. A menina da TMN disse-me que podia deixar o Nokia 5200 para consertar e que derivado ainda estar na garantia ia ser consertado gratuitamente pelos técnicos assim que fosse possível mas o mais tardar em 1 hora já devia estar pronto. Decidi esperar na loja e fui-me distraindo com os telemóveis que estavam em exposição e logo que os técnicos no tempo que me disse a menina o deram como pronto chamaram-me para o levantar, que já estava consertado. Com uma pequena deslocação pude trazer o telemóvel pronto no mesmo dia e em pouco tempo de espera, com isto pude evitar algum constrangimento de não estar comunicável assim que fosse preciso pelo menos durante 15 dias a não ser que compra-se um telemóvel novo. 
   Recentemente comprei um telemóvel novo, porque o meu já tinha dado o que tinha para dar. Assim que abri a caixa a primeira coisa que fiz, foi verificar todas as peças que este trazia, assim como os acessórios extra.
     De seguida peguei no livro de instruções para me inteirar melhor da sua montagem e funcionamento para que não houvesse dúvidas ou erros na instalação da bateria, do cartão SIM da TMN e por fim do cartão de memória.
     Telemóvel ligado e a funcionar inspeccionei melhor o seu funcionamento. O livro de instruções continuou a ser-me bastante útil pois assim consegui descobrir mais rapidamente o funcionamento da câmara fotográfica e de vídeo e outras funções que o meu antigo telemóvel não tinha.
     Hoje, graças ao aparecimento das novas tecnologias em especial os telemóveis e os computadores com ligação à internet podemos gerir de uma maneira mais eficaz e confortável, a nossa vida pessoal e profissional.
A internet veio trazer-nos a informação necessária à distância de um clique, informação essa que era muitas vezes difícil de obter e com perda substancial de tempo precioso. Muitas vezes para apenas conseguir uma informação simples, tinha que faltar ao trabalho, juntando a isso os gastos das deslocações.
     O telemóvel foi uma “ferramenta” poderosa para a comunicação. Este veio-nos facilitar bastante a comunicação, encurtou também bastante as distâncias na transmissão da informação. Além de estarmos sempre contactáveis, podemos também contactar alguém sempre que tivermos necessidade. O telemóvel e a internet são dois instrumentos indispensáveis para mim hoje em dia e fazem a diferença na minha vida pessoal e profissional. Através deles organizo muita coisa importante, ganhando com isso tempo e dinheiro para assim poder investi-los noutras áreas importantes como o lazer e a cultura.
     O meu namoro com a Romi ia bem e devido a essa estabilidade começamos a ter a vontade de vivermos juntos, decidimos comprar um apartamento,(foto apartamento em construção) fomos visitar vários prédios em construção e encontramos um que nos agradou na nossa freguesia em Argoncilhe. Era um T3 e era composto por hall de entrada, sala, cozinha, lavandaria, vestíbulo interior, banho, 3 quartos, tendo 1 deles banho privativo, com um total de área coberta de 112 metros quadrados e duas varandas com um total de 13 metros quadrados e um lugar de garagem também com 13 metros quadrados.
 
     Decidimo-nos por esse T3, maior, a pensar no futuro, pois queria ser pai.
     Quatro anos depois de casar nasceu a Francisca e um dos quartos já lhe estava reservado. Com o tempo o quarto dela começou a ser pequeno para as suas brincadeiras e para os brinquedos que ela foi «coleccionando». Como tinha mais um quarto praticamente vazio, que é onde está a minha secretária com o computador, decidi transferir uma parte dos brinquedos para lá e assim partilhar o quarto com a Francisca, aumentando assim a área das suas brincadeiras. O apartamento era equipado com vidro duplo, muito bom para o isolamento do ruído e térmico. Na altura da construção ao constatarmos que não tinha aquecimento na casa falamos com o picheleiro da obra e pedimos para ele nos instalar o aquecimento central, mas eu queria um orçamento em primeiro lugar. Ele apresentou-me o orçamento e eu ao ver que era um preço aceitável mandei fazer o trabalho e assim equipei o apartamento para ter mais conforto de inverno.
     A iluminação era só de um ponto de luz para aplicar um candeeiro, e como eu queria aplicar uns projectores mandei o electricista instalar projectores na sala e halls porque era um tipo de iluminação moderna e embelezava mais a casa. As loiças da casa de banho também não eram do meu agrado e com um acordo de mais algum dinheiro o picheleiro fez-me a troca para as loiças ao meu gosto. A pintura também não estava de acordo com a nossa decoração e tratamos com o pintor a mudança das cores do apartamento. Mudei também todas as tijoleiras e azulejos, falamos com o empreiteiro para acertarmos a diferença de preços das que eles iam instalar para aquelas que fomos escolher. O chão no hall de entrada, sala e cozinha foi revestido em tijoleira rústica enquanto nos quartos o revestimento aplicou-se lamparquete Françês.
     Por esta altura fui imaginando a casa pronta e decorada a nosso gosto, fui imaginando a sala com os sofás e televisão para poder descansar à noite a ver um jogo de futebol ou algum filme com a minha família. No quarto mais pequeno queria por uma secretária com um pc e assim passar o tempo que tivesse disponível na net ou a fazer algum trabalho. E claro na varanda uma mesinha com duas cadeiras para de verão poder comer ou ler um livro ao ar livre. E posso dizer que com muito trabalho e dedicação consegui realizar o que imaginei.
   Em Junho de 1998 a minha mãe teve de ser operada pela segunda vez porque o cancro teimava em não desaparecer e estava a alastrar-se por outras partes do corpo agravando o seu estado de saúde. Foi para o hospital para ser operada e faleceu na sala de operações, o coração não resistiu, estava demasiado debilitada. Senti muito a sua morte porque era muito chegado a ela, ainda era solteiro e vivia com os meus páis, além de a ter acompanhado durante a doença era minha mãe e nunca tinha perdido alguém que amasse assim. Foram tempos difíceis, eu e o meu pai passamos uma fase difícil, o meu irmão como já tinha casado sofreu mas tinha mulher e um filho que lhe alegrava muito a vida. Mas como se costuma dizer o que não nos mata, faz-nos mais fortes e assim foi, fui ultrapassando esse mau momento da minha vida com a força que a Romi e os meus familiares me deram.
     Entretanto fui organizando a minha vida com a Romi, decidimos casar, começamos a organizar o nosso casamento, queríamos casar pelo civil e pela igreja. O casamento pela igreja católica agradava mais a Romi do que a mim. Eu como pouco religioso, aceitei a ideia, para lhe agradar, talvez também porque o casamento fizesse parte do costume da minha família e da dela. Por falar em religião, uma parte dos meus amigos e colegas são católicos, uns praticantes e outros nem por isso, e de vez em quando lá temos uma conversa sobre religião, eles defendem a sua crença em Deus e eu, tenho as minhas dúvidas, mas tudo bem, respeito mas não quer dizer que concorde com as suas crenças baseadas na minha opinião, em superstições. Crenças à parte, lá fomos falar com o padre, ele mandou-nos fazer o curso de noivos. Tudo bem, inscrevemo-nos, fomos chamados em pouco tempo e começamos a frequentar o curso ás sextas à noite. Foi engraçado o convívio com outros casais e os vários temas que abordamos eram até interessantes para a nossa futura vida a dois. Tínhamos uns monitores de grupo porreiros com bastante paciência para nos aturar e com bom ambiente que se gerou no grupo, o tempo passou rápido e rapidamente terminamos o curso. Ao fim do curso fizemos um jantar de convivio que mantivemos por algum tempo. Certificados pelo padre do grupo de noivos, fomos ter com o sacerdote da nossa paróquia e marcamos o casamento. Marcada a data começamos a organizar a festa, fomos comprar o meu fato e o vestido de noiva, mandamos fazer os convites e começamos a distribuir pelos convidados. Escolhemos um restaurante para o copo d´água, arranjamos um grupo de jovens cantores para actuarem na cerimónia da Igreja e nos “morfes”. Estes foram tempos de muito trabalho, somando a isso a escolha dos materiais do nosso apartamento.
     Finalmente chegou o dia, ia casar, estava um bocado ansioso levantei-me, tomei um duche, vesti-me chamei o meu pai para me ajudar com os últimos preparativos, entretanto começaram a chegar os meus convidados. O pessoal desejava-me felicidades e comia-se alguma coisa antes de ir para a igreja, estava a chegar a hora e lá fui. Entretanto os nervos aumentaram, mas quando entrei na Igreja acabou-se o nervosismo, dirigi-me ao altar e passados cinco minutos chegou a noiva, estava linda, casamos, e digo-vos, "não doeu nada".
     Foram cinco anos e meio de namoro que deram em casamento no dia trinta de Abril do ano de dois mil, e assim começou outra etapa na minha vida. Devido à minha inexperiência e visão do mundo na altura, em que eu via o casamento religioso quase como uma obrigação de um cidadão exemplar. Este meu pensamento devia-se talvez à minha educação religiosa, tradição da família em casar pela Igreja católica e também devido a sentir alguma pressão da sociedade em que estou inserido de que o casamento se não fosse religioso não tinha grande valor.
     O casamento pelo civil foi o primeiro passo, a conservatória de Santa Maria da Feira foi o “Templo” oficial. Só depois veio o casamento religioso, mas sem antes tirar o curso de noivos, formalidade indispensável pelo pároco da minha freguesia.
     A Romi quis casar com um vestido de noiva, de cor, castanho dourado, com os meninos das alianças a condizer. Eu que nunca tinha usado fato e gravata, lá fiz um esforço para não fugir à tradição.
     Uma “pipa de massa” foi quanto custou a cerimónia, mas se fosse hoje...
    A primeira noite de casados foi no hotel Solverde na Granja, alugamos uma suite e passamos uma noite muito agradável com atendimento cinco estrelas. Logo pela manhã tivemos direito a um pequeno-almoço à “patrão”. No dia seguinte fomos passar uns dias a Sanxenxo na nossa lua-de-mel, bendito descanso depois de um dia cansativo do casamento, mas ao mesmo tempo alegre, era hora de curtir, Espanha aqui vamos nós. Ficamos hospedados num hotel muito agradável com piscina e campo de ténis no exterior, o tempo é que não estava convidativo a mergulhos na praia ou na piscina aproveitamos então para conhecer a Galiza.

 

 

 

publicado por vitorpm às 21:18
|
Vitor Moreira

Cria o teu cartão de visita
.tags

. e-portefólio pag.1

. e-portefólio pag.2

. e-portefólio pag.3

. lnglês

. todas as tags

.Eu, o Vitor
.Eu e a Romi
.O meu casamento
.O meu Tesouro
.Baptizado da Francisca
.Francisca e o Noddy
.Eu e a Francisca
.Bibliografia